O ELT finalmente se move

17

Um enorme telescópio acabou de dar uma volta. Literalmente.

Ainda está sendo construído. Vive no alto das montanhas chilenas. Mas hoje importa.

A tripulação girou a estrutura. Em torno do seu eixo vertical. Primeira vez.

Por que eles se incomodaram? É um teste.

O Extremely Large Telescope (ELT) precisa observar as estrelas. Todos eles. Então a rotação tem que ser suave. Tem que funcionar. Sem congestionamentos. Sem paradas.

ESO considera isso um marco. Eles estão certos em comemorar.

Olha o peso. 3.500 toneladas. 7,7 milhões de libras de metal e aço.

Movendo isso? À mão? Sim. Inicialmente.

Eles forçaram. Polegada por polegada. Centímetro por centímetro. Só para ganhar impulso. Então os motores auxiliares entraram em ação. A força real assumiu o controle.

Faz sentido começar aos poucos? Aparentemente sim.

Há pessoas na foto. Poses são feitas. Roberto Tamai, Marco Sciarra, Pascal Martínez. Eles parecem cansados. Eles parecem orgulhosos.

“Um lindo lembrete do que pode ser alcançado”, diz Tamai. Ele fala sobre avançar na mesma direção.

Ele quer dizer trabalho em equipe. Ele também significa empurrão físico.

Espere, porém.

Isso já parece enorme. Mas isso não foi feito. O telescópio crescerá.

Em breve será mais pesado. Os espelhos estão chegando. Instrumentos também.

A balança irá inclinar a balança para 4.600 toneladas. Mais de 10 milhões de libras.

O quadro está pronto. O céu não é.